terça-feira, 26 outubro(38)99114-1908

Atlético e Cruzeiro encerraram o primeiro turno do Brasileiro caindo pelas tabelas

Times mineiros começarão o segundo turno com derrotas

image 4 Foto: Vinnicius Silva/Divulgaçao

  Sob diferentes vieses, Chico Science e Nação Zumbi, com a música “A Cidade”, e o grupo As Meninas, em “Xibom Bombom”, enfatizavam críticas sociais por meio dos versos “o de cima sobe, e o de baixo desce”.

  Transportando esses dizeres para o Campeonato Brasileiro, a teoria aponta que os clubes com mais poder de compra de jogadores de qualidade tendem a subir na tabela, enquanto os que vivenciam crises maiores são mais propícios a descer – e até a cair para a Série B. É o que vem acontecendo com os times mineiros nesta edição, embora no caso do Atlético essa “lógica” seja um pouco mais complexa.

Enquanto o Cruzeiro, que frequenta a parte de baixo da tabela de classificação há muito tempo, vive situação periclitante e não para de despencar, o Galo criou para si a ilusão de brigar pelo título. Chegou a figurar no G-6, grupo que garante vaga na Libertadores por 15 rodadas e agora se vê em queda livre. Em outras palavras, em Minas, o “de cima desce, e o de baixo, também”.

Na Raposa, o nível de risco de ser rebaixada para a Série B aumenta a cada dia. Isso porque o time celeste passou a maior parte do primeiro turno do Brasileirão beirando o Z-4 ou estacionada na zona da degola – o 16º lugar foi o posto mais frequentado pelos celestes; sete ao todo.

Ao fim dessa primeira metade da competição, a 17ª colocação é desesperadora, mas facilmente explicada pelos vários problemas que rondam a Toca II.

Muito se deve à maior crise financeira e política vivida pela Raposa fora das quatro linhas. Protestos contra a cúpula celeste (sobretudo a trinca formada pelo presidente Wagner Pires de Sá, o vice-presidente de futebol, Itair Machado, e o diretor-geral Sérgio Nonato, o Serginho) vêm sendo frequentes e, ao que tudo indica, voltarão a ocorrer nesta semana.

image 3Foto: Bruno Cantini/Divulgação

E O GALO?

Já o Atlético, que não era apontado como um dos favoritos ao título brasileiro, tem confirmado esse prognóstico. Apesar de queimar a língua de muitos críticos em boa parte do campeonato, as últimas cinco jornadas fizeram o alvinegro despencar, do quarto para o nono lugar – o alvinegro perdeu uma posição por rodada.

O time tem como “desculpa” estar envolvido na Copa Sul-Americana, objetivo principal neste segundo semestre.

Nesta quinta-feira, o Galo encara o Colón, na Argentina, pela partida de ida das semifinais do torneio mata-mata.

Fonte : onorte.net

 

 

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