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Funasa amplia educação ambiental para todo o Norte de Minas

 

14/11/2019 – 16h38

okFoto: Gileno Alencar

A Fundação Nacional de Saúde anunciou na tarde de ontem (13) em Montes Claros que ampliará o Programa de Educação Ambiental em Saúde para os 86 municípios do Norte de Minas, com foco na campanha para orientar a população sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti e com isso, evitar que as pessoas sejam contaminadas pelo mosquito. O superintendente substituto da Funasa em Minas Gerais, Sérgio Abucater participou do lançamento do programa em 18 municípios da região, em evento organizado pelo Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável do Norte de Minas (Codanorte), que recebeu R$ 450 mil para essa etapa. O diretor do Codanorte, José Barbosa Zinga, pediu a ampliação para os outros 68 municípios e o superintendente pediu a apresentação do projeto.

Na abertura do programa, Igor Monteiro, das Faculdades Pitágoras, chamou a atenção para além do mosquito Aedes aegypti, que se preocupasse com o inseto transmissor da Leishmaniose, o mosquito flebotomíneo (Palha) pois afirma que a situação é grave. Ele lembrou que o Brasil é um dos seis países com esse problema.

Lucimar Cristina Pimenta, da Secretaria Municipal de Saúde de Montes Claros, reconheceu que falta recursos financeiros e humanos para as ações de combate. O secretário municipal de Serviços Urbanos de Montes Claros, Vinicius Versiane de Paula lembrou que é necessário prevenir, mas é pediu aos municípios a criarem leis mais rigorosas contra quem pratica crime ambiental. Citou que Montes Claros cobra R$ 3,6 mil para quem faz descarte irregular, mas isso é pouco quando se evita que uma criança seja picada por um escorpião e tenha óbito.

Sebastião Teixeira de Carvalho, da Funasa em Montes Claros, sugeriu que os agentes de endemias não ficassem restritos apenas as casas, quando fizeram a inspeção, devendo também ver a situação dos quintais, pois ali encontrarão muitos focos. O superintendente substituto da Funasa em Minas Gerais, Sérgio Abucater citou que os mosquitos estão ficando resistentes aos inseticidas e com isso, o combate fica cada vez mais caro e isso passa pela mudança de hábitos da população para essa situação. O secretário-executivo do Codanorte, Enilson Francisco lembra que desde 2017 foi assinado esse convenio, que seria inicialmente com sete municípios e agora foram atendidos 18 prefeituras. Ele pediu a ajuda para liberar a segunda parcela do convenio e assim, iniciar o trabalho de campo da educação ambiental.

O prefeito José Barbosa Zinga, de Catuti e diretor do Codanorte, mostrou a importância de ampliação desse projeto de educação ambiental para todos 86 municípios do Norte de Minas, pois existem muitos problemas causados pelo mosquito Aedes aegypti. No final da reunião, ele e o secretário-executivo Enilson Francisco se reuniram com o superintendente substituto da Funasa em Minas Gerais, Sérgio Abucater, quando ele autorizou ampliar o benefício a todos municípios.

Fonte: gazetanortemineira.com.br

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